Preciso falar sobre mudança de humor

Quem já leu alguma definição sobre o transtorno deve ter se deparado com o conceito de instabilidade de humor. Mas como descrever isto da melhor maneira? Trocando em miúdos, num mesmo dia, eu apresento uma diversidade bem contrastante em natureza e intensidade de sentimentos. A mudança ocorre de maneira incontrolável e literalmente em segundos. EuContinuar lendo “Preciso falar sobre mudança de humor”

Você sabe o que é splitting?

Aqui estou eu novamente numa relação de amor e ódio. Eu não sei não amar e odiar alguém em um segundo e outro. Agora eu acredito que aquela pessoa me ama e eu posso confiar 100%, quase uma ficção romântica e em minutos já apago todas fotos, mensagens, deixo de falar e desejo tudo deContinuar lendo “Você sabe o que é splitting?”

Baixa tolerância à frustração e sensação catastrófica

Eu já li algumas expressões que tentavam descrever o excesso borderline. Nós não terminamos um relacionamento, entramos em luto. Não choramos, desabamos. Não sofremos, morremos por dentro. Tudo que pode parecer simples para alguns tem outro peso na forma como eu sei sentir. Sou exagerada e compreendo isto. Tenho uma tendência natural a pensar emContinuar lendo “Baixa tolerância à frustração e sensação catastrófica”

Um diagnóstico é realmente importante?

Com todo respeito a todos profissionais que, com muita empatia, têm me prestado atendimento e salvado minha vida. Mas já ouvi que essa questão de diagnóstico é relevante apenas para direcionar o tratamento e medicação, mas que não deve servir para colocar ninguém dentro de uma caixa. Inclusive, muitos transtornos possuem atributos em comum, semContinuar lendo “Um diagnóstico é realmente importante?”

Como eu me enxergo enquanto uma mãe que tem borderline

Segundo domingo de maio. Hoje é o dia das mães e vou retratar a questão das mães border. Não é fácil falar sobre essa temática sendo border, mais ainda diante das cobranças sociais que já permeiam a maternidade. Protelei um pouco hoje pra escrever esse texto. Aqui não vou apresentar uma visão romântica, mas real,Continuar lendo “Como eu me enxergo enquanto uma mãe que tem borderline”

Como eu aprendi a importância do autocuidado

Vamos falar sobre autocuidado. O quê vem a cabeça quando se escuta falar sobre autoestima? Cuidar do corpo? Ir à academia, ao salão de beleza, se vestir bem? Também. Mas é muito mais do que isso. É claro que esses rituais também estão inclusos. Por exemplo, costumo usar hidratante para o corpo todo depois dosContinuar lendo “Como eu aprendi a importância do autocuidado”

O borderline e a instabilidade da autoimagem

É lugar comum associar o indivíduo border à busca incessante pelo preenchimento de seu vazio crônico através de relacionamentos. Uma explicação pra isso é o empobrecimento em sua constituição do senso de eu. Eu explico. Desde meus 14 anos que eu venho tingindo meu cabelo e já perdi as contas para quantas cores já mudei.Continuar lendo “O borderline e a instabilidade da autoimagem”

Ainda sobre as vantagens de viver offline

Aqui sigo entre um e outro código, numa ansiedade só, mas gostaria de dar uma passada rápida por aqui. Continuando o raciocínio sobre todos os benefícios que obtive desde que saí das redes sociais, há exatamente 9 meses, um dos fatores me chamou mais atenção: o consumismo. É gritante a influência que essas mídias exercemContinuar lendo “Ainda sobre as vantagens de viver offline”

Dando as boas-vindas

Estou iniciando esse blog como resultado do projeto aplicado de conclusão do MBA em Marketing Digital. Minha mãe é quase psicóloga e havia me feito essa sugestão de transformar algo que me tivesse sido ruim em positivo. E, além de tudo, aproveitasse a minha habilidade com a escrita (pra algo de bom esse transtorno haviaContinuar lendo “Dando as boas-vindas”